9 de abril de 2011

FOTOS ANTIGAS DE PORTO VELHO RO

ANTIGO CINE RESKY


CATEDRAL DE PORTO VELHO


COLÉGIO MARIA AUXILIADORA





A CATEDRAL DE PVH VISTA DA PRAÇA JOHNATAS PEDROZA


PRAÇA ALUIZIO FERREIRA

RUA PRESIDENTE DUTRA, CENTRO VELHO DE PORTO VELHO



VISTA DO ANTIGO MERCADO MUNICIPAL (INCEDIADO ) E O PALÁCIO DO GOVERNO AO FUNDO

VISTA DO CENTRO ANTIGO DE PORTO VELHO - RO

PRÉDIO DO CORREIO CENTRAL DÉCADA DE 50

COLÉGIO DOM BOSCO

22 de março de 2011

PORTUGAL








Presidente do Conselho de Portugal, visita para extreitar laços entre Brasil e Portugal




Encomenda entregue ao amigo Paiva, dentro da caixa tinha; Farinha e Banana





Jantar com a Diretoria do Conselho de Portugal




Ex presidente do CFM Edson Andrade,
eu, José Luis, e representantes do conselho de Portugal






















20 de março de 2011

COREIA






Membros da Associação Médica Brasileira, eu e o atual presidente do CFM Roberto D'avila e o atual presidente da AMB Associação Médica do Brasil, José Luiz



ALEMANHA - BERLIN







OS MEDICOS E O DR. CAMPOS DA PAZ


José Hiran da Silva Gallo - Conselheiro do CFM pelo estado de Rondônia
Publicado no(a): - Em: 3/1/2005


Li, com surpresa, o artigo intitulado "Burrice em Verde e Amarelo", publicado no jornal O Globo, de 12 de novembro último, do cirurgião chefe da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, Dr. Aloysio Campos da Paz Junior.
De uma agressividade incompreensível, chegando às raias da irracionalidade, o deselegante Dr. Campos da Paz generalizou a burrice, assinou-a e a endereçou a todos os seus colegas que, neste momento, defendem o projeto de regulamentação do Ato Médico.
Nasci e cresci em Rondônia. Fiz dezenas de viagens de barco que duravam vários dias, até Belém, para me tornar médico. Em algumas ocasiões, cruzávamos a selva nos aviões da FAB, catalinas que faziam pousos no solo e na água.
Depois de dois anos de residência médica no Rio de Janeiro, retornei a Porto Velho (RO), minha terra natal - onde permaneço há quase três décadas.
Não me foi dada a oportunidade ou o privilégio de trabalhar em um serviço de referência, adequadamente organizado, com os princípios e as características dos hospitais da Rede Sarah.
Eu, talvez, tivesse gostado muito de trabalhar no ambiente climatizado da Rede Sarah, ao invés de cumprir minha missão na calorenta e chuvosa Rondônia.
A despeito das diferenças abissais que separam as realidades de Rondônia e da Rede Sarah, existe um ponto convergente entre ambas que é o orçamento destinado para a assistência a Saúde. O orçamento anual da Saúde para o todo o Estado de Rondônia e seus 53 municípios é equivalente ao orçamento dos seis hospitais da Rede Sarah.
Em Rondônia, além dos distúrbios do aparelho locomotor, atendemos às doenças do sistema nervoso, circulatório, respiratório, digestivo, endócrino, dores de cabeça e garganta e assistimos todos os nascimentos e mortes, além da malária (que é endêmica) e dos acidentes ofídicos (que não são raros).
Assim como na Rede Sarah, aqui também atuamos em equipe. Trabalhamos na companhia de competentes enfermeiras, psicólogas, fonoaudiólogas, fisioterapeutas, nutricionistas, técnicos de enfermagem, motoristas, serventes de cozinha e de limpeza, etc. Enfim, todos em conjunto, procuramos, cada qual em seu papel, cumprir a missão de assistir a uma população que é, em sua vasta maioria, carente de tudo.
A saúde em Rondônia, claro, ainda carece de muita organização. Mas, aos poucos, bem aos pouquinhos mesmo, vai melhorando, na medida em que cada habitante desta terra adquire consciência de que é um cidadão com direitos e deveres.
Em relação ao projeto de Lei do Ato Médico tenho uma opinião um tanto diferente daquela subscrita pelo Dr. Campos da Paz.
Concordo plenamente com o Dr. Edson Andrade, presidente do CFM, em particular quando dispõe que “a proposta é apenas uma expressão da cidadania profissional médica”. Como esclarece o dirigente, “não se trata, como infelizmente se tenta incutir no sentimento da juventude de outras honradas profissões, de um ato de arrogância profissional”. Para concluir, de forma inequívoca, Dr. Edson afirma que “não submetemos e não queremos submeter qualquer outro profissional ao domínio médico".
Aliás, quem somos nós para subordinar os outros profissionais ao nosso mando?
Se o Dr. Campos da Paz pensa dessa maneira, equivocou-se. Ou deixou-se influenciar cegamente por alguns fisioterapeutas corporativistas, possivelmente frustrados e seguramente raivosos.
A Lei do Ato Médico não é a Lei da Arrogância Médica.
O Ato Médico precisa e deve ser regulamentado. É necessário definir claramente o papel de cada profissional e quais os limites de sua atuação e de suas responsabilidades. Isto não impedirá que todos continuem a trabalhar em harmonia, tanto na organizada Rede Sarah quanto nos improvisados pontos de atendimento do interior de Rondônia.
Quanto à desconcertante burrice citada pelo Dr. Campos da Paz, há que se fazer certa reflexão. Por vezes o pedantismo do raciocínio se apóia apenas na ignorância dos fundamentos do assunto.
Eu, por educação e respeito, não chamaria o Dr. Campos da Paz de burro. Jamais. Nem a ele e nem a ninguém.



18 de março de 2011

REPRODUÇÃO ASSISTIDA


DIRETOR TÉCNICO – Cuja atividade-fim, a medicina, é obrigatório


Ele é o principal responsável pela instituição, não somente perante o Conselho Regional de Medicina, como também perante a Lei (Decreto 20.931, Art. 28).

Tem como atribuições – assegurar condições dignas de trabalho e os meios indispensáveis a pratica médica, visando ao melhor desempenho do corpo clínico e demais profissionais da saúde, em benefício da população.

A Lei é muito clara, nenhum estabelecimento de saúde cuja atividade-fim a medicina (hospitalização ou assistência médica pública ou privada), não podem funcionar sem ter um Diretor Técnico responsável habilitado para o exercício da medicina.

Os Conselhos de Medicina são autarquias dotadas de autonomia para fiscalizar a atividade exercida pelos médicos, em suma a responsabilidade ética do diretor médico ou gestor médico estar muito cristalina no Decreto Lei.

Se um leigo se arvorar em entendedor de assuntos médicos que exigem qualificação técnico – cientifico, podem certamente colocar em risco a vida, a segurança das pessoas e até mesmo de uma coletividade inteira. Lamentamos quando a Direção da Saúde dos municípios ou do estado são leiloadas a pessoas despreparadas para o cargo de gestor público.

Desqualificar a formação acadêmica de qualquer profissional de nível superior, a nosso ver, é se colocar na contramão da vida moderna.

Assim compete aos Conselhos de Medicina, através do ordenamento da profissão, defender a sociedade pelo controle do exercício da medicina e da ética.