4 de novembro de 2011

PERSONAL TRAINER ENGORDA 35 KILOS PARA ENTENDER O QUE SE PASSA NA CABEÇA DE UMA PESSOA COM EXCESSO DE PESO


Americano engordou 35kg para aprender mais sobre as dificuldades enfrentadas para emagrecer e assim ajudar quem quer perder peso



Drew Manning passou de 87 quilos para cerca de 120 quilos Foto: Reprodução da internet
Seis meses. Esse foi o tempo que o personal trainer Drew Manning, de 30 anos, precisou para abandonar o corpo enxuto e cheio de músculos e se transformar em um barrigudo. O americano engordou mais de 35 quilos e passou de 87 quilos para cerca de 120 quilos, segundo o jornal “Daily Mail”.

O objetivo do seu projeto é entender o processo físico, emocional e cerebral durante o ganho e a perda de peso para, depois, poder ajudar a outras pessoas. Drew quer perder o peso ganho nos seis meses nos próximos seis meses.

"Quem está acima do peso tem que superar as barreiras físicas e emocionais quando se trata de perder peso. Espero compreender melhor isto no próximo ano, através da minha experiência", disse.

Tudo que o personal trainer tem enfrentado é relatado em um blog que ele criou: Fit to Fat to Fit. Ele conta, por exemplo, que a mudança afetou bastante a sua vida. Ele diz que não tem mais o mesmo fôlego nas brincadeiras com a filha e que também se sente menos seguro com a mulher. Além disso, o nível de testosterona reduziu para o nível de um adolescente a ela ainda precisou comprar roupas novas.

"Ele costumava ajudar a lavar a louça, na limpeza e outras tarefas da casa, mas agora ele não tem a energia. Eu disse a ele: 'Você virou o típico marido preguiçoso americano", contou a mulher de Drew.



FONTE; EXTRA ONLINE

Apresentação - Voto em separado ao PL 3063/2008‏

Prezados(as) Senhores(as).


Segue, em anexo, arquivo com cópia do voto em separado, apresentado pelo Deputado Luiz Couto (PT-PB), ao PL 3063/2008 de autoria do Deputado Edio Lopes (PMDB-RR), que “Altera a redação do art. 282, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Agrava a pena para quem praticar e quem empregar alguém para o exercício ilegal da profissão de médico, dentista e farmacêutico; aumenta a pena em caso de crime praticado com fins de lucro, se for aplicado procedimento invasivo ou caso seja receitado, ministrado ou aplicado medicamentos de prescrição controlada."

A proposição em tela tramita na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

Atenciosamente,

Napoleão Puente de Salles

Consultor Parlamentar






COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA
PROJETO DE LEI N0 3.063, DE 2008

Altera a redação do art. 282 do Decreto-Lei n.º 2.848, de 7 de dezembro de 1940.

Autor: Deputado ÉDIO LOPES
Relator: Deputado JOÃO CAMPOS

VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO LUIZ COUTO

Embora considere que não há vício de inconstitucionalidade e injuridicidade, no mérito tenho discordância com as alterações feitas pelo Relator no Substitutivo apresentado.
A modificação da conduta típica pretendida é descabida, tendo em vista o bem jurídico tutelado.
Com efeito, o crime de exercício ilegal da medicina, arte dentária ou farmacêutica localiza-se no Capítulo III do Código Penal, que trata dos crimes contra a saúde pública. Tutela-se ali não um indivíduo em si, mas toda a coletividade contra condutas ilícitas capazes de lesar a incolumidade pública, especialmente no que tange a questões ligadas à saúde.
Destarte, exige-se nos crimes contra a saúde pública condutas capazes de afetar pessoas indefinidamente consideradas. Atos que maculem determinada pessoa ou coisa não podem ser tipificados como crime deste capítulo, mas sim de outros que tratam de delitos contra a pessoa ou contra o patrimônio.
Ao modificar a conduta típica do art. 282, punindo não o exercício da medicina, odontologia ou farmacêutica, mas somente a prática de atos próprios de profissionais dessas carreiras, o substitutivo em questão pretende afastar a exigência da habitualidade da conduta para a configuração do crime.
Ora, é justamente essa habitualidade que confere legitimidade ao tipo penal para integrar os crimes contra a saúde pública, porquanto apenas desta maneira a coletividade como um todo está sendo lesada. A existência de falsos médicos, dentistas ou farmacêuticos coloca em risco a saúde pública quando há prática reiterada do exercício dessas profissões de forma ilegal, e não quando alguém pratica uma conduta isolada.
Não se quer dizer, frise-se, que a prática individual de atos próprios de médicos, dentistas ou farmacêuticos, sem autorização legal – condutas gravíssimas, diga-se –, não mereça repressão.
Podem configurar, todavia, outros crimes que não o do art. 282 do Código Penal, como estelionato, crime de falso ou até mesmo lesão corporal e homicídio, a depender das circunstâncias do caso.
Mas não podem ser considerados crimes contra a saúde pública, daí porque se argumenta pela rejeição da alteração proposta, mantendo-se a redação original do referido art. 282.
A respeito da pena aplicada ao crime, é compreensível o pretendido aumento da sanção, mas desde que haja a necessária distinção das condutas descritas.
É que o tipo penal, tanto em sua redação original, quanto nas alterações pretendidas pelo projeto de lei, abarca duas condutas eticamente distintas: o ato daquela sem autorização legal para tanto e a ação daquele que possui autorização, mas extrapola os limites permitidos.
Trata-se, sem dúvida, de condutas que violam o bem jurídico de formas diversas, porquanto a maior gravidade da ação daquele que não possui diploma ou licença para agir salta aos olhos. A lei, porém, atribui-lhes o mesmo tratamento penal, violando à evidência o princípio da proporcionalidade.
Imprescindível, portanto, a diferenciação entre as condutas. A pena aplicada à ação daquele profissional que extrapola os limites de sua atuação, embora possua autorização legal para exercer a profissão, pode ser mantida no montante de seis meses a dois anos de detenção, como estabelece atualmente o Código Penal.
No que tange à conduta daquele que não dispõe de qualquer autorização para atuar naqueles ramos, a pena mais grave de dois a seus anos de reclusão sugerida no substitutivo mostra-se adequada.
Por outro lado, não há necessidade na previsão da conduta de empregar alguém que não possui autorização legal, como pretende o substitutivo. É o caso típico de co-autoria ou participação, conforme as circunstâncias, devidamente disciplinado no art. 29 do Código Penal.
Assim, a pessoa que emprega falso médico, dentista ou farmacêutico, sabendo dessa condição, fornece meios materiais para a prática do delito, contribuindo para a verificação do crime. Incidirá, assim, nas mesmas penas do falso profissional, na medida de sua culpabilidade, razão pela qual se mostra desnecessária a previsão de tal hipótese.
Finalmente, no que tange às causas de aumento de pena vislumbradas no substitutivo, não parece razoável a hipótese da prática do crime com fim de lucro. Afinal, é difícil imaginar outra intenção do criminoso que não o lucro, ao praticar ilegalmente o exercício dessas profissões.
Em praticamente todos os casos, portanto, incidiria a citada causa de aumento de pena, o que não se mostra adequado. Entretanto, se houver aplicação de procedimento invasivo, bem como se a prática envolver medicamento de prescrição controlada, o aumento de pena se justifica.
Nesse sentido, a fim de corrigir esses aspectos quanto ao mérito do substitutivo, apresento as seguintes sugestões de modificações, consubstanciadas no substitutivo que ora se segue.
Por todo o exposto, meu parecer é pela constitucionalidade, juridicidade, e boa técnica legislativa do Projeto de Lei n.º 3.063/08 e, no mérito, pela sua aprovação, consoante o substitutivo anexo.
Sala da Comissão, em de de 2011.



Deputado LUIZ COUTO

DILETO EDVARD

Prezado(a)s
Recentemente tivemos uma discussão em Plenária sobre "necrópsia"ou "necropsia"
Lembrei-me de um alerta do colega Simonides de que necropsia vem do grego e fala-se igual a "filosofia" e não como palavras de origem latina onde se fala "tipóia"
Entretanto, para não ficarmos no limbo, pedi ajuda a ele, o que segue abaixo
Simonides é, ou era, Conselheiro do DF, é um cirurgião pediatra e, sem dúvida, um dos maiores conhecedores do vernáculo que temos. Participou ativamente na avaliação do texto do nosso Código de Ética


Dileto Edevard

Nas edições, que são oficiais (lei 5.765) do Vocabulário Ortográfica da Acad Bras de Letras anteriores a 2009, só havia registro de necropsia sem o acento. Mas a última edição após a reforma ortográfica dá as duas formas necropsia e necrópsia. Assim, ambas são oficialmente utilizáveis e com apoio legal.

Os dicionários mais usados como o Aurélio e o Houaiss ainda trazem somente as grafia necropsia sem acento, mas nas próximas edições isso pode mudar.

Aconselho a usar necropsia sem o acento por ser a forma erudita e mais apropriada para documentos. A palavra procede de cultismos formados sobretudo a partir do século XIX e como tem base do grego, deve ser necropsia, pois nesse idioma as terminações em -ia são tônicas, como em geografia, filosofia, etiologia, anatomia e outras. Isso está assinalado no Houaiss (2009).

Necrópsia está então mal acentuada nesse contexto, influência do latim, idioma científico antigamente usado sistematicamente em textos científicos. Nessa língua, a terminação -ia é átona, como em gloria, Italia, dai, necrópsia.

Mas a forma histórica e culta é necropsia, que aparece em publicações a partir de 1858 (Houaiss, 2009; A. Cunha, dic, etimol., 1999).

Aprendi essa pronúncia (necropsia) com o professor Élcio Mizziara, de Medicina Legal, da UnB em suas aulas sobre ética médica pelo CRM-DF. É irmão do Fernando Mizziara atual conselheiro federal suplente pelo DF.

Infelizmente temos que considerar a dança das normas, muitas vezes por força do uso popular. Tive de modificar o que escrevi antes:

necropsia – necrópsia. Ambas as grafias estão registradas oficialmente no VOLP (Academia, 2009) e ambas aparecem na literatura médica. Necropsia é o nome erudito ) e a única forma registrada em dicionários qualificados como o Houaiss, o Aurélio, o Michaelis, o Larousse, o Aulete e muitos outros, incluindo-se dicionários de termos médicos como o de Paciornik e o de Fortes & Pacheco. O dicionário médico de L. Rey (2003) dá apenas necrópsia. Equivalentes: necroscopia, exame necroscópico. Pedro Pinto dá apenas necropse. Tanatoscopia é termo precioso. A existência de autópsia e autopsia em registro no VOLP (Academia, 1999), ao lado do espalhado uso de necrópsia, particularmente na linguagem médica, pode ser estímulo para que essa forma venha a ser dicionarizada. No Manual de Redação da Folha de São Paulo (2001) registra-se em letras vermelhas que “É errado escrever “necrópsia” .


Simônides

Edevard J de Araujo

27 de outubro de 2011

Leia atentamente, e tire suas conclusões... muito boa.






ASNO

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em
tripudiar sobre os erros dos alunos.

- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor
a seu auxiliar.

- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly
Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve
a audácia de corrigir o furioso mestre:

- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro:
dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural. Tenha um
bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral da História:

A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.
Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem
que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...

E haja capim!!!



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A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?


Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o
enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega
e de forma ríspida, pergunta:

- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
Ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!
- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um
médico e não uma vestimenta....

- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem
parece um médico...

- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... As vestes parecem não
dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante,
pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um
simpaticíssimo "bom tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...

Moral da História:

UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO.
Sabemos que a roupa faz a diferença mas o que não podemos negar é que Falta
de Educação, Arrogância, Falta de Humildade, Pessoas que se julgam donas do
mundo e da verdade, Grosseria e outras "qualidades" derrubam qualquer vestimenta.

BASTAM ÀS VEZES APENAS 5 MINUTOS DE CONVERSA PARA QUE O OURO DA
VESTIMENTA SE TRANSFORME EM BARRO.
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BOA RESPOSTA

Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na
oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico
trabalhar.

Então o mecânico pára e pergunta:

- 'Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?'
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico
está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:

- "Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as,
ponho-as de volta e fecho novamente, e quando eu termino, ele volta a
trabalhar como se fosse novo. Como é então, que eu ganho tão pouco e o
senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?"

Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o
mecânico:

- 'Você já tentou fazer como eu faço, com o motor funcionando?'
Conclusão:

"QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS,
VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS."
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MUITA CALMA!

Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:
- Rápido, me dê algo para a diarréia! Urgente!
O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o
remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita pressa, pega o
remédio e vai embora.

Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarréia e o
farmacêutico lhe diz:

- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os
nervos, ao invés de algum remédio para diarréia. Como o senhor está se
sentindo?

O senhor responde:
- Cagado... mas tô tranquilo.
Moral da História:

"POR MAIS DESESPERADORA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO,
AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA".

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PROBLEMA É SÉRIO

O sujeito vai ao psiquiatra
- Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na cama,
acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem
alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!

- Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha três
vezes por semana e eu curo este problema.

- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia
ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.

- Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama...

Moral da História:
MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!
HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO.

26 de outubro de 2011

Definição de filho por José Saramago



"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo ! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo".

O SUCESSO CONSISTE EM NÃO FAZER INIMIGOS (excelente!!)



Max Gehringer
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:

Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2011.

Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa.
Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é!

A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.


Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho;
Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!

Portanto, profissionalmente falando, e "pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos.
Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm "boa memória.

"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem conseqüências” .






24 de outubro de 2011

VEJAM SÓ

No “país dos impostos”, os remédios para nós, seres humanos, são taxados em mais que o dobro dos produtos de uso veterinário,
o que originou esta sensacional frase de Joelmir Beting, no Jornal da Band:

“Se você entrar na farmácia tossindo, paga 34% de imposto;
se entrar latindo, paga só 14%.”