25 de janeiro de 2012

Diretoria do CFM retoma na PB projeto de aproximação com regionais



A Diretoria do Conselho Federal de Medicina (CFM) inicia nesta quarta-feira (25), a série de visitas de 2012 aos conselhos regionais. O primeiro a receber os conselheiros federais será o Conselho Regional da Paraíba (CRM-PB), na capital João Pessoa. Além da Diretoria do Federal, o CRM-PB receberá a visita da Corregedoria do CFM.

O projeto de integração com os parceiros nos estados teve início em janeiro de 2010, quando médicos dos CRMs tiveram a oportunidade de apresentar propostas de trabalho e a diretoria do Federal pode ouvir as reivindicações dos representantes dos médicos de cada estado.

O intercâmbio foi uma das prioridades definidas no planejamento estratégico realizado pelo CFM, no início da gestão. A iniciativa tem estimulado a troca de experiências e permitido a unificação dos discursos e metas de trabalho.
Como tem sido apontado pelos participantes dos encontros, o alinhamento trouxe maior capacidade de articulação dos conselhos para enfrentar problemas que afetam aos profissionais e a saúde pública.
Além da reunião entre a Diretoria do CFM e o Plenário do CRM-PB, a visita dos conselheiros federais à João Pessoa (PB) prevê ainda a participação na solenidade de posse da Diretoria da Associação de Ginecologia e Obstetrícia da Paraíba (ASGOPA), que também ocorrerá na sede do Conselho, e da inauguração das novas instalações da Academia Paraibana de Medicina.

No próximo mês de fevereiro, deverão receber a visita da Diretoria do CFM os regionais de Alagoas (Cremal), nos dias 2 e 3; do Espírito Santo (CRM-ES), no dia 14; Mato Grosso do Sul (CRM-MS), onde a Diretoria do CFM participa da posse da nova diretoria do Regional, em 24 de fevereiro; e Distrito Federal (CRM-DF), no dia 29.









22 de janeiro de 2012

CREMERO REJEITA FACILIDADES NA REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA MÉDICO

A presidente do Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) Maria do Carmo Wanssa encaminhou ofício ao deputado federal Marcos Rogério (PDT-RO), contestando que a saída para a melhoria do sistema de saúde do país seja a contratação de médicos formados no exterior sem a devida revalidação ou a flexibilização das normas para essa revalidação.

No documento encaminhado ao parlamentar, Maria do Carmo Wanssa explica que há uma campanha governamental através da mídia nacional, que joga o ônus da falta de financiamento decente da saúde e da má gestão dos parcos recursos, à falta de médicos. “Isto constitui uma tentativa primária e ridícula de desviar o foco do problema”, adverte a presidente do conselho.

Maria do Carmo Wanssa destaca que a luta das entidades médicas tem como foco a defesa da implantação de uma política de carreira para os médicos brasileiros como forma de fixá-los aos municípios e proporcionar as condições estruturais necessárias à boa prestação de saúde pública no País. Ela esclarece ao deputado que os médicos exercem atividades diárias em situações degradantes, “tanto pela falta de condições de trabalho como pela revolta dos pacientes e familiares nos questionando e culpando, visto que, ingenuamente, enxergam o médico como o único vilão de toda a sua dificuldade e do mau atendimento que lhe é prestado.”

Segundo a presidente do Cremero, cada vez mais os profissionais médicos têm se recusado a aceitar os baixos honorários e vínculos empregatícios frágeis ou inexistentes, em Municípios distantes e em condições precárias. A conjunção destes fatos emergiu recentemente em estudo realizado pelo Conselho Federal de Medicina e agora ratificado pelo Instituto de Estudo de Economia Aplica – IPEA, apontando que a média de médicos por mil habitantes que atendem ao Sistema Único de Saúde – SUS é de 3,1 nas regiões Norte e Nordeste.

O Cremero se colocou à disposição do deputado Marcos Rogério para contribuir com subsídios a respeito da saúde em Rondônia e, ao mesmo tempo, apresentar sugestões de melhorias. Segundo Maria do Carmo Wanssa, está comprovado que as faculdades estrangeiras estão deixando a desejar, e que formam pessoas com nível muito inferior do que o mínimo exigido no Brasil.

A presidente do Cremero lembra que em 2010, 628 médicos com formação em 32 diferentes países se inscreveram para a prova de revalidação de diploma e somente dois candidatos foram aprovados. “Nesse ano de 2011, com o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por Universidades Estrangeiras (REVALIDA) já instituído através de portaria interministerial, nele 677 pessoas se inscreveram e apenas 65 terão seus diplomas revalidados”, acentua.
A seguir, a íntegra do documentado enviado ao deputado Marcos Rogério.

OFÍCIO CREMERO Nº 2304/2011 – PRE
Porto Velho, 22 de Dezembro de 2011.

A sua Excelência o Senhor
Deputado Federal Marcos Rogério da Silva Brito
Câmara dos Deputados
70160-900 - Brasília/DF

Assunto: Parabenização e Apoio Técnico

Prezado Deputado,

Ao cumprimentá-lo pela sua posse representando nosso Estado junto à Câmara Federal, aproveitamos para parabenizá-lo pela preocupação demonstrada com a saúde de nosso Estado no seu discurso no Congresso Nacional. Porém, não poderíamos deixar de nos colocarmos a sua disposição para o fornecimento de melhores dados e informações que possam subsidiá-lo em seus posicionamentos a respeito desses assuntos como: saúde, falta de médicos, falta de recursos e outras faltas mais. Também não concordamos com Vossa Excelência quando propõe que a solução seja a contratação de médicos formados no exterior sem a devida revalidação.

Há uma campanha governamental através da mídia nacional jogando todo o ônus da falta de financiamento decente da saúde e da má gestão dos parcos recursos destinados a ela, à falta de médicos, numa tentativa primária e ridícula de desviar o foco do problema.

Nossa luta como entidade da classe médica tem sido uma constante batalha frente à situação da saúde pública do País e de nosso Estado, onde nós médicos exercemos nossas atividades diárias diante de situações degradantes tanto pela falta de condições de trabalho como pela revolta dos pacientes e familiares nos questionando e culpando, visto que, ingenuamente, enxergam o médico como o único vilão de toda a sua dificuldade e do mau atendimento que lhe é prestado.
Portanto, hoje, achincalhados por baixos honorários e vínculos empregatícios frágeis ou inexistentes, em Municípios distantes e em condições precárias, os médicos tem cada vez mais se negado a esta subserviência. E, assim, ainda mais a população é prejudicada, tendo o seu direito de acesso ao atendimento impedido.

Não é facilitando a revalidação de diplomas de pessoas que realizaram o curso de medicina no Exterior que vamos aumentar o número de médicos e resolver o problema. Precisamos de pessoas qualificadas para exercer esta profissão que trata de vidas humanas, e, para tal há exigências em nosso país no sentido de cumprir um programa extenso de graduação conforme normatização do MEC (Ministério da Educação). As faculdades estrangeiras não cumprem estes programas, por isto, o MEC (apoiado por todas as entidades médicas) e o Ministério da Saúde, criaram o REVALIDA que nada mais é do que um processo único de avaliação e revalidação desses diplomas para que se adéqüem às normas exigidas em nosso País. Para seu conhecimento, em 2010 o formato piloto foi apresentado como um novo modelo para a revalidação de diplomas cujo objetivo, como já dito, é o de padronizar o processo dentro dos critérios exigidos em 2010, 628 pessoas oriundas de 32 países que se inscreveram, apenas 02 candidatos foram aprovados. Nesse ano de 2011, com o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por Universidades Estrangeiras (REVALIDA) já instituído através de portaria interministerial, nele 677 pessoas se inscreveram e apenas 65 terão seus diplomas revalidados.

Essa é a comprovação maior de que as faculdades estrangeiras estão deixando a desejar, formando pessoas com nível muito inferior do que o mínimo exigido em nosso País àqueles brasileiros que dignamente se prezam e aqui permanecem e cumprem as regras com patriotismo. Não acreditamos nobre deputado, que subverter a Lei seja uma solução para nenhum problema.
Não há, porém, falta de médicos como insistem os governos e pessoas mal informadas em dizer! A desassistência que hoje predomina não pode ser resolvida com criação em larga escala de escolas médicas que oferecem má formação, nem da revalidação irresponsável de diplomas estrangeiros.

A solução não passa pela desqualificação da formação médica e, conseqüentemente, do atendimento. Toda a população usuária do SUS tem o direito ao atendimento em mesmo nível e qualidade que os usuários da saúde privada ou suplementar. Não podem ser aceitáveis as propostas de oferecer uma medicina ou atendimento à saúde diferente ou inferior aos usuários do Sistema Único de Saúde como vem sendo as propostas de políticos desorientados e descompromissados com a ordem de direito e com o povo.

É através de uma remuneração digna e criação de uma carreira de cargos e salários com progressão funcional que se conseguirá resolver o problema de contratação, manutenção e fixação de médicos nos Estados e Municípios mais distantes dos grandes centros.

A recente pesquisa sobre demografia médica realizada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) demonstra claramente que não faltam médicos. Observa-se que há menos médicos trabalhando na saúde pública do que na privada e menos médicos nos estados mais longínquos dos grandes centros, o que comprova aquilo que vem falando incansavelmente as entidades médicas: não faltam médicos, o que falta é uma política de fixação do médico através de um plano de carreira, cargos e salários, de uma política de saúde, de gerência dos recursos públicos e humanos e condições de trabalho dignas nas unidades de saúde publicas, além de maior número de vagas nos programas de Residência Médica, garantindo, melhor qualificação aos egressos das escolas médicas existentes. Resultado completo da pesquisa em anexo ou no www. portalmédico.org. br.
Certos de que possamos ter contribuído a respeito do assunto abordado, nos colocamos à vossa disposição para qualquer esclarecimento necessário e o convidamos a uma visita respeitando a disponibilidade de Vossa Excelência em nosso Conselho Regional de Medicina.

Na oportunidade, manifestamos votos sinceros de Feliz Natal e 2012 repleto de realizações.
Atenciosamente,

MARIA DO CARMO DEMASI WANSSA
Presidente


http://www.tudorondonia.com/noticias/cremero-rejeita-facilidades-na-revalidacao-de-diploma-medico-,26248.shtml

18 de janeiro de 2012

CHINA FABRICA E EXPORTA PAPEL HIGIÊNICO BEM BARATINHO; VEJA PORQUÊ!

O principal órgão de supervisão de qualidade da China detectou colônias de bactérias em parte do papel higiênico reciclado fabricado no país asiático e destinado à exportação, informa nesta sexta-feira a imprensa local. A Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena recolheu amostras de 600 empresas que fabricam papel higiênico em todas as províncias chinesas e descobriu que 10% dos produtos não cumpriam os padrões de qualidade. Concretamente, em 18 casos o problema foi a presença de bactérias nocivas.

CHINA fabrica e exporta Papel Higiénico contaminado com bactérias
Escritório e Fábrica (num moderníssimo barracão)







Transporte especializado para entrega desperdícios de papel no armazém
armazenamento cuidadoso e selecionado dos desperdícios de papel







Controle de Qualidade faz inspeção aos desperdícios de papel




Controlo de Qualidade faz inspecção aos desperdícios de papel




Seção totalmente automatizada de separação dos desperdícios de papel





Máquina ultra-moderna de preparação da pasta de papel


Máquinas funcionando com a máxima proteção de higiene e segurança




Mordenissima Caldeira de Produção de Vapor






Moderna máquina que fabrica os tubos interiores de papelão






Enrolador da pasta de papel, produzida com todas as condições de higiene
Máquina conversora da pasta de papel em compridos rolos de papeL










Corte dos compridos rolos de papel para obter os rolos finais








Secção de “Controlo de Qualidade” final da Produção
(com as mãos para sentir melhor e detectar qualquer imperfeição)





Secção de embalagem e armazenamento em paletes
(os 2 senhores engravatados não parecem nada chineses mas sim europeus que terão fechado fábricas na Europa e agora vivem felizes






A menina do “Controlo de Qualidade” também dá uma mãozinha a fazer embalagens, onde se pode ver a higiene dos rolos a rebolar pelo chão





Material prontinho para exportar - inclusive as bactérias!!!






Vista geral desta moderníssima fábrica que certamente obedece a toda a legislação sobre higiene e segurança (que na CHINA nem existe)











E que dizer do Tratamento das Águas e dos Resíduos ??




COMPRE NA CHINA A PREÇO DA CHINA
E VENDA NO BRASIL A PREÇO DA EUROPA…

…e não esqueçam:

CONTINUEM A COMPRAR PRODUTOS CHINESES CONTAMINADOS…
…CONTRIBUINDO PARA O FECHAMENTO DE NOSSAS FÁBRICAS.

PODEMOS CHAMAR ESSE PAPEL DE TUDO, MENOS DE HIGIÊNICO

17 de janeiro de 2012

LENDA ÁRABE



Queridos amigos !!

Errar é humano e não devemos terminar uma grande amizade por um erro. Muitas vezes nos decepcionamos com nossos amigos, mas pare e pense que todos erramos.
Hoje trago uma mensagem que nos faz refletir sobre esse sentimento de amizade. Que consigamos ser capazes de guardar as coisas boas e aprender com os erros cometidos.

Leiam, reflitam!!

Diz uma linda lenda árabe que dois amigos
viajavam pelo deserto e em um determinado
ponto da viagem discutiram.
O
amigo ofendido, sem nada dizer,
escreveu na areia:

HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.

Seguiram e chegaram a um oásis
onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofeteado começou a
afogar-se sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se pegou um estilete
e escreveu numa pedra:

HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.

Intrigado, o amigo perguntou:

Por que depois que te bati,
você escreveu na areia e agora que te salvei,
escrevestes na pedra?

Sorrindo, o outro amigo respondeu:

Quando um grande amigo nos ofende,
devemos escrever na areia onde o vento
do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar.
Porém quando nos faz algo grandioso,
devemos gravar na pedra da memória e do coração;
onde vento nenhum do mundo poderá apagar.


Que possamos valorizar sempre esse sentimento.

ENVIADO POR E MAIL

PROPAGANDAS MÉDICAS INTERESSANTES

Propagandas premiadas e interessantes pelo mundo, umas são comoventes, outras engraçadas .... mas todas certamente tem um impacto forte no público e passam a mensagem muito bem! Confira abaixo algumas;









13 de janeiro de 2012

NOTA DO CFM ESCLARECE PESQUISA DO IPEA

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou, nesta terça-feira (10), nota esclarecendo alguns aspectos do estudo “Presença do Estado no Brasil: federação, suas unidades e municipalidades”, lançado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Segundo a entidade médica, dados da pesquisa do Ipea, que apontam a existência de 600.399 médicos atendendo pela rede pública, supostamente baseados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), não são compatíveis com a realidade. Os números validados pelo CFM – através do estudo “Demografia Médica: Dados gerais e descrições de desigualdades”, divulgado em dezembro –, apontam que, em 2011, o Brasil contava com 371.788 médicos em atividade.

“Contudo, o trabalho do Ipea, embora apresente dados quantitativos equivocados e taxas incorretas, corrobora a pesquisa desenvolvida pelo CFM/Cremesp quanto à desigualdade regional na distribuição de médicos por habitantes”, diz o documento.

Confira abaixo a íntegra da nota:

Esclarecimento sobre pesquisa do Ipea

Com relação ao estudo Presença do Estado no Brasil: federação, suas unidades e municipalidades, lançado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 10 de janeiro, em São Paulo, os Conselhos de Medicina esclarecem que:

Ao analisar a atuação do Estado na área da saúde no país, o Ipea divulgou a existência de 600.399 médicos atendendo pela rede pública (Sistema Único de Saúde – SUS). No entanto, os dados, supostamente baseados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), não são compatíveis com a realidade.

A pesquisa Demografia Médica: Dados gerais e descrições de desigualdades, lançada em dezembro pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), confirma que, em 2011, o Brasil contava com 371.788 médicos em atividade, dos quais parcela considerável não mantém vínculos com o setor público.

Outro estudo – a pesquisa Assistência Médico Sanitária do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/2009) – indica que o Brasil conta com 281.481 postos de trabalho médico no SUS. O mesmo médico pode ocupar mais de um posto de trabalho no serviço público. Tais informações também estão no estudo Demografia Médica no Brasil.

Contudo, o trabalho do Ipea, embora apresente dados quantitativos equivocados e taxas incorretas, corrobora a pesquisa desenvolvida pelo CFM/Cremesp quanto à desigualdade regional na distribuição de médicos por habitantes.

Além da desigualdade territorial, a população coberta por planos e seguros de saúde privados têm à sua disposição quatro vezes mais médicos do que os cidadãos que dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme demonstra o levantamento do CFM/Cremesp.

Ressalte-se ainda que, apesar de não ser mencionado pelo Ipea, no Brasil há nítidos sinais de acirramento da desigualdade na distribuição de médicos, a favor do setor privado. Exemplo disso está no aumento da concentração de postos de trabalho médico em estabelecimentos privados, em relação aos postos nos serviços públicos, considerando o tamanho das populações cobertas pelo SUS e pelos planos de saúde, conforme assinalado pela pesquisa Demografia Médica.

CFM apoia medidas para dar segurança aos usuários das próteses das marcas PIP e Rofil




O Conselho Federal de Medicina (CFM) concorda com as medidas adotadas recentemente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a partir das ações que levaram à suspensão da importação, venda e cancelamento do registro das próteses mamárias das marcas PIP e Rofil no país. A entidade médica também apoiou as iniciativas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e da rede privada quanto à necessidade de avaliação e acompanhamento das pessoas que receberam este tipo de implante.

O 1º vice-presidente do CFM, Carlos Vital, participou de reunião, em 11 de janeiro, na Anvisa para tratar do tema, quando expressou a preocupação do Conselho Federal e dos médicos com a segurança dos pacientes e do trabalho médico. Diante das deliberações aprovadas, ao final do encontro, o CFM decidiu assinar nota de esclarecimento com orientações à sociedade e aos profissionais (ver abaixo).


NOTA DE ESCLARECIMENTO



O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária em conjunto com as Sociedades Médicas de Especialistas: Sociedade Brasileira de Mastologia, Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Conselho Federal de Medicina, bem como o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor/Ministério da Justiça, a partir das ações sanitárias realizadas pela Anvisa, dentre elas a suspensão da importação, comercialização e posteriormente o cancelamento do registro das próteses mamárias das marcas PIP e Rofil, e da necessidade de avaliação e acompanhamento das pessoas que receberam este tipo de implante, passam a informar:


1. Os portadores de próteses (PIP e Rofil) desde 2004, serão chamados para avaliação clínica nos serviços de saúde;

2. Serão elaboradas diretrizes de avaliação, diagnóstico, conduta e acompanhamento em conjunto com as sociedades médicas e Ministério da Saúde, divulgadas oportunamente;

3. O tratamento cirúrgico de substituição das próteses identificado mediante as diretrizes supracitadas será considerado reparador;

4. Até o momento, não há evidências que justifiquem a remoção e substituição preventiva das próteses em questão;

5. A qualquer tempo que sejam diagnosticadas alterações clínicas ou ruptura da prótese, o tratamento cirúrgico será de caráter reparador;

6. Os eventos adversos devem ser notificados à Anvisa, através do site www.anvisa.gov.br;

7. Serão realizadas reuniões periódicas deste fórum, para o acompanhamento das ações definidas nesta reunião, o que possibilitará a revisão das decisões e novas orientações.


Ministério da Saúde

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Conselho Federal de Medicina

Sociedade Brasileira de Mastologia

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor – MJ


Setor de Imprensa

Conselho Federal de Medicina

Tel: 61 3445 5940

www.portalmedico.org.br