17 de novembro de 2011

TCE paulista diz que as OSs são deficitárias e menos eficientes do que a administração pública da saúde




As OSs são deficitárias
Carta Capital nº 664
Por Soraya Aggege

A gestão da saúde pública por organizações sociais (OSs), adotada pelo governo paulista e que tem servido de modelo para outros estados, pode custar mais caro que o sistema da administração direta e apresenta alguns efeitos negativos na qualidade dos serviços.

É o que demonstra um estudo produzido pelo Tribunal de Constas do Estado (TCE) de São Paulo, que compara os dois métodos de administração. Apesar dos pontos negativos , o modelo ser adotado no Rio de Janeiro.

O sistema foi aprovado na terça-feira 123 pela Assembléia Legislativa fluminense.

O estudo do TCE paulista, do conselheiro Renato Martins Costa, compara seis hospitais estaduais semelhantes nos espectro dos dois modelos diferentes, ou seja, geridos por OSs e pela administração direta do governo. O relatório não partiu de uma auditoria nem teve como meta definir qual o melhor modelo, mas apenas avaliar a situação paulista.

As conclusões, porém, são relevantes. Fica claro, por exemplo, que os custos das OSs são mais altos, os doentes ficam mais tempo sozinhos nos leitos, a taxa de mortalidade geral é maior e que há uma ampliação da desigualdade salarial entre os trabalhadores. Enquanto os chefes ganham acima da média, os escalões inferiores recebem menos que seus pares dos hospitais geridos pelo estado.

Para ter uma idéia, do ponto de vista do resultado econômico, os hospitais analisados custam 60 milhões de reais a mais nas OSs do que nas gestões diretas – uma variação de 38,52% de menor eficácia. Outro exemplo significativo: o custo do leito por ano nas OSs foi 17,6% maior do que nos hospitais da administração pública.

Ainda com relação ao custo, um estudo complementar feito pela bancada do PT da Assembléia Legislativa de São Paulo mostra que nos primeiros quatro meses de 2011 o déficit das OSs chegou a 15 milhões de reais.

Dos 21 hospitais de OSs paulistas, nove tiveram déficits de até 43%. Alguns deles, inclusive, podem chegar à falência, como os de Pedreira, Grajaú e Itapevi, de acordo com esse estudo.

Também foram identificadas reduções nas quantidades de atendimentos públicos. “A falta de controle social alimenta o rombo que as OSs provocam nos cofres do estado, além de precarizar o atendimento à população”, avalia o estudo da bancada.




“O relatório confirmou o que as entidades médicas têm afirmado há muito tempo: a gestão privada das organizações sociais e todas as outras formas de privatização e terceirização da saúde se constituem numa forma muito mais onerosa para o serviço público e menos eficiente. Assistimos isso com profunda tristeza e com um lamento severo e sincero, pois a população acaba sendo mais sofrida, mais discriminada e mais marginalizada com a adoção desse modelo de gestão”, destacou o presidente da Federação Nacional dos Médicos e do Sindicato dos Médicos de São Paulo, Cid Carvalhaes.

Para o presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará (Simec), José Maria Pontes, o relatório apresentado pelo TCE derruba a tese do governo de alegar falta de recursos para a saúde.

“O governo alega que o problema da saúde é dinheiro, mas se o problema é dinheiro, por que os governos estão adotando um modelo de gestão que custa mais caro?”, questionou o dirigente.

“Fica claro que há interesses econômicos envolvidos, que as pessoas vão para lá para lucrar e, infelizmente, o poder publico vem adotando esse método, mas esse relatório vem mostrar que é uma falácia dizer que as organizações sociais são melhores que os hospitais públicos, porque não são. As Organizações Sociais estão lá para ganhar dinheiro às custas das doenças das pessoas e nós sabemos que saúde não é mercadoria”, acentuou. O sindicalista ainda lembrou que já existe um movimento nacional contra as terceirizações na saúde e que o apoio da sociedade contra as privatizações é muito importante para que os atendimentos no sistema público de saúde não sejam ainda mais prejudicados.

Veja o relatório:

http://embedit.in/Kuo2TBtGfe.swf

16 de novembro de 2011

SER AVÔ É SENTIR FELICIDADE...



SER AVÔ É SENTIR FELICIDADE... É CONHECER UM AMOR DOCE, PROFUNDO, É UMA BÊNÇÃO. É VOLTAR A SER CRIANÇA E FAZER TUDO POR ELE, E VIVER NO NETO O AMOR AO FILHO AMADO!!!

14 de novembro de 2011

SONHO DE UM GOVERNO MELHOR





Todos os profissionais da saúde ficaram eufóricos com a vitória do Confúcio, ao assumir o Governo , seu primeiro ato foi: DECRETAR CALAMIDADE PÚBLICA NA SAÚDE DO ESTADO DE RONDÔNIA, e foi mais além chamou a Rede Globo foi manchete no Fantástico, mostrando que à saúde de Rondônia “estava” DETERIORADA. Não tenho duvida que foi um verdadeiro fiasco, porque não dizer tragicômicos, atualmente está pior um verdadeiro caos. Portanto deixo aqui meu desabafo, "não me arrependi ainda em ter votado no Governador Confúcio", temos sim que levantar a bandeira para que valores como; dignidade, honestidade, ética e respeito ao próximo, faça parte deste governo.


Acredito que ainda há esperança!

DIA MUNDIAL DO DIABETES



HOJE É O DIA MUNDIAL DO DIABETE 10 MILHÕES DE PESSOAS TÊM A DOENÇA NO PAIS, A CADA 8 SEGUNDOS MORRE UMA PESSOA NO MUNDO, PODE OCORRER EM JOVENS OU IDOSOS,RICOS OU POBRES, HOMESNS OU MULHERES”.

O Diabetes é uma doença metabólica crônica caracterizada por um aumento anormal da glicose no sangue. A glicose é a principal fonte de energia do organismo porém, quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde. De acordo com a causa pode ser classificada em diabetes Tipo I, diabetes Tipo II e diabetes gestacional.
O diabetes Tipo I é uma doença auto-imune idiopática, onde as células beta produtoras de insulina são destruídas. O Diabetes Tipo I surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena). Quando isso acontece, é preciso tomar insulina para viver e se manter saudável. As pessoas precisam de injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar. No geral, é mais frequente em pessoas com menos de 35 anos, mas ela pode surgir em qualquer idade. Os sintomas são: Vontade de urinar diversas vezes; Fome frequente; Sede constante; Perda de peso; Fraqueza; Fadiga; Nervosismo; Mudanças de humor; Náusea; Vômito .
O diabetes Tipo II possui um fator hereditário maior do que no tipo I. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos. Neste tipo de diabetes existe uma contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Por muitas razões, suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sanguínea. Esta anomalia é chamada de "resistência Insulínica". Os principais sintomas são: Infecções frequentes; Alteração visual (visão embaçada); Dificuldade na cicatrização de feridas; Formigamento nos pés; Furunculose.
O diabetes Tipo II é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o Tipo I e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina.
O diabetes gestacional é a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é detectada pela primeira vez na gravidez. Pode persistir ou desaparecer depois do parto.
Os fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes são: Idade acima de 45 anos; Obesidade; História familiar de diabetes em parentes de 1° grau; Diabetes gestacional ou macrossomia prévia; Hipertensão arterial sistêmica; Colesteroal HDL abaixo de 35mg/dl e/ou triglicerídeos acima de 250mg/dl; Alterações prévias da regulação da glicose; Indivíduos membros de populações de risco (negros, hispânicos, escandinavos e indígenas).
As complicações causadas pelo diabetes se dão basicamente pelo excesso de glicose no sangue. A principais complicações agudas são: Cetoacidose diabética, Cegueira, Hiperglicemia, Coma Diabético, Amputação. Entre as complicações crônicas destacam-se: Aterosclerose, Retinopatia diabética, Hipertensão arterial sistêmica, Tromboses e coágulos na corrente sanguínea, Síndrome do pé diabético, Problemas renais (como insuficiência renal progressiva), Problemas neurológicos. A frequência de problemas cardíacos como AVC e Ataque cardíaco são entre 2 a 4 vezes maior nas pessoas com diabetes.
Respeite os limites de sua glicose! mantenha dentro da faixa de normalidade que é 99 mg/dl. As complicações do diabetes são menos comuns e severas nas pessoas que possuem os níveis glicêmicos controlados. Para isso, mantenha uma dieta adequada; tenha uma vida ativa, mais do que simplesmente exercícios e também utilize os medicamentos (hipoglicemiantes orais e insulina) quando indicados por um profissional e monitore os níveis de glicose e hemoglobina glicada regularmente.

11 de novembro de 2011

AFIRMO: O HOSPITAL JOÃO PAULO II, É O PIOR HOSPITAL DO BRASIL


Li no blog do Excelentíssimo Governador Confúcio Moura: Convidei em janeiro, o Ilustre e competente médico, membro da Diretoria do CFM (Conselho Federal de Medicina), Dr, Hiran Gallo, para ser meu Secretário de Saúde agradeceu e não aceitou.” É verdade, o mesmo me convidou para assumir à Secretaria de Saúde, senti me lisonjeado com o tal convite vindo do amigo médico Confúcio Moura, esclareço ainda" sou grato pelo convite". Por motivo institucional não pude dar esta contribuição ao povo da minha terra que tanto amo, tenho fidelidade com aqueles que depositaram sua confiança em mim, não sou subserviente a ninguém. O Confúcio Moura, confirmou que o Hospital João Paulo II, é um péssimo pronto socorro, eu como guardião da dignidade não posso ficar calado, coloco me mais uma vez a disposição do governador o CFM (Conselho Federal de Medicina), à casa superior da ética brasileira para ajudar no que for possível o governo do meu estado.
Afirmo que o Hospital João Paulo II, é o pior Hospital do Brasil, pois visitei todos os estados da federação e não me deparei com uma situação tão critica e um tratamento sub-humano a população.

10 de novembro de 2011

CFM vai denunciar saúde de Rondônia a organismos dos direitos humanos

O Conselho Federal de Medicina - CFM poderá denunciar a situação do sistema público de saúde de Rondônia a organismos internacionais e à Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB. A hipótese foi admitida ontem pelo presidente do CFM, Roberto d’Avila e pelo seu vice Carlos Vital, após visita feita, terça-feira 8/11, ao Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II, de Porto Velho, onde, segundo eles, os pacientes estão jogados uns sobre os outros, sem atendimento digno, o que configura um atentado aos direitos humanos.

Os comentários do presidente do CFM foram feitos a jornalistas, ocasião em que também se pronunciaram sobre o assunto outras autoridades da área de saúde, como a presidente do Conselho Regional de Medicina – Cremero, Maria do Carmo Wanssa, que admitiu ter ficado deprimida com a situação encontrada no hospital em que trabalhou durante 12 anos. “Os pacientes não estão sendo tratados como gente, não há, sequer, condições de higiene diante do amontoado de pessoas sobre e sob as macas distribuídas nos ambientes e corredores, o mau cheiro é contagiante, um paciente estava morto entre os demais por mais de três horas porque não havia quem o transportasse até o necrotério.


Fonte: Assessoria de Imprensa Cremero





Manifesto minha indignação, as entidades médicas não podem continuar caladas diante desta situação degradante a que estão submetidos os pacientes do serviço público do nosso Estado, “O que queremos são soluções”.
Lamento que a situação tenha chegado a este ponto, na visita que fiz ao estado do Acre, o governador Tião Viana deixou todos os compromissos para acompanhar a comitiva. Em Rondônia, , houve total desinteresse do Executivo em relação ao convite do conselho em participar desta reunião para debater e discutir soluções em curto prazo em busca da melhoria da situação dos atendimentos de saúde dos rondonienses.
Apesar do quadro, o conselheiro do CFM considera um precedente perigoso a interdição ética, uma vez que o prejuízo ainda seria maior à população já tão sofrida. Queremos ser a voz da população exigindo as condições dignas de atendimento e contamos com a imprensa para ecoar nossa indignação e exigir dos gestores de saúde soluções urgente.














SAÚDE EM RONDÔNIA


Manifesto minha indignação, as entidades médicas não podem continuar caladas diante desta situação degradante a que estão submetidos os pacientes do serviço público do nosso Estado, “O que queremos são soluções”.
Lamento que a situação tenha chegado a este ponto, na visita que fiz ao estado do Acre, o governador Tião Viana deixou todos os compromissos para acompanhar a comitiva. Em Rondônia, , houve total desinteresse do Executivo em relação ao convite do conselho em participar desta reunião para debater e discutir soluções em curto prazo em busca da melhoria da situação dos atendimentos de saúde dos rondonienses.
Apesar do quadro, considero um precedente perigoso a interdição ética, uma vez que o prejuízo ainda seria maior à população já tão sofrida. Queremos ser a voz da população exigindo as condições dignas de atendimento e contamos com a imprensa para ecoar nossa indignação e exigir dos gestores de saúde soluções urgente.