
16 de novembro de 2011
SER AVÔ É SENTIR FELICIDADE...

14 de novembro de 2011
SONHO DE UM GOVERNO MELHOR

DIA MUNDIAL DO DIABETES
HOJE É O DIA MUNDIAL DO DIABETE 10 MILHÕES DE PESSOAS TÊM A DOENÇA NO PAIS, A CADA 8 SEGUNDOS MORRE UMA PESSOA NO MUNDO, PODE OCORRER EM JOVENS OU IDOSOS,RICOS OU POBRES, HOMESNS OU MULHERES”.
O Diabetes é uma doença metabólica crônica caracterizada por um aumento anormal da glicose no sangue. A glicose é a principal fonte de energia do organismo porém, quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde. De acordo com a causa pode ser classificada em diabetes Tipo I, diabetes Tipo II e diabetes gestacional.
O diabetes Tipo I é uma doença auto-imune idiopática, onde as células beta produtoras de insulina são destruídas. O Diabetes Tipo I surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena). Quando isso acontece, é preciso tomar insulina para viver e se manter saudável. As pessoas precisam de injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar. No geral, é mais frequente em pessoas com menos de 35 anos, mas ela pode surgir em qualquer idade. Os sintomas são: Vontade de urinar diversas vezes; Fome frequente; Sede constante; Perda de peso; Fraqueza; Fadiga; Nervosismo; Mudanças de humor; Náusea; Vômito .
O diabetes Tipo II possui um fator hereditário maior do que no tipo I. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos. Neste tipo de diabetes existe uma contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Por muitas razões, suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sanguínea. Esta anomalia é chamada de "resistência Insulínica". Os principais sintomas são: Infecções frequentes; Alteração visual (visão embaçada); Dificuldade na cicatrização de feridas; Formigamento nos pés; Furunculose.
O diabetes Tipo II é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o Tipo I e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina.
O diabetes gestacional é a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é detectada pela primeira vez na gravidez. Pode persistir ou desaparecer depois do parto.
Os fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes são: Idade acima de 45 anos; Obesidade; História familiar de diabetes em parentes de 1° grau; Diabetes gestacional ou macrossomia prévia; Hipertensão arterial sistêmica; Colesteroal HDL abaixo de 35mg/dl e/ou triglicerídeos acima de 250mg/dl; Alterações prévias da regulação da glicose; Indivíduos membros de populações de risco (negros, hispânicos, escandinavos e indígenas).
As complicações causadas pelo diabetes se dão basicamente pelo excesso de glicose no sangue. A principais complicações agudas são: Cetoacidose diabética, Cegueira, Hiperglicemia, Coma Diabético, Amputação. Entre as complicações crônicas destacam-se: Aterosclerose, Retinopatia diabética, Hipertensão arterial sistêmica, Tromboses e coágulos na corrente sanguínea, Síndrome do pé diabético, Problemas renais (como insuficiência renal progressiva), Problemas neurológicos. A frequência de problemas cardíacos como AVC e Ataque cardíaco são entre 2 a 4 vezes maior nas pessoas com diabetes.
Respeite os limites de sua glicose! mantenha dentro da faixa de normalidade que é 99 mg/dl. As complicações do diabetes são menos comuns e severas nas pessoas que possuem os níveis glicêmicos controlados. Para isso, mantenha uma dieta adequada; tenha uma vida ativa, mais do que simplesmente exercícios e também utilize os medicamentos (hipoglicemiantes orais e insulina) quando indicados por um profissional e monitore os níveis de glicose e hemoglobina glicada regularmente.
11 de novembro de 2011
AFIRMO: O HOSPITAL JOÃO PAULO II, É O PIOR HOSPITAL DO BRASIL
Li no blog do Excelentíssimo Governador Confúcio Moura: “Convidei em janeiro, o Ilustre e competente médico, membro da Diretoria do CFM (Conselho Federal de Medicina), Dr, Hiran Gallo, para ser meu Secretário de Saúde agradeceu e não aceitou.” É verdade, o mesmo me convidou para assumir à Secretaria de Saúde, senti me lisonjeado com o tal convite vindo do amigo médico Confúcio Moura, esclareço ainda" sou grato pelo convite". Por motivo institucional não pude dar esta contribuição ao povo da minha terra que tanto amo, tenho fidelidade com aqueles que depositaram sua confiança em mim, não sou subserviente a ninguém. O Confúcio Moura, confirmou que o Hospital João Paulo II, é um péssimo pronto socorro, eu como guardião da dignidade não posso ficar calado, coloco me mais uma vez a disposição do governador o CFM (Conselho Federal de Medicina), à casa superior da ética brasileira para ajudar no que for possível o governo do meu estado.
Afirmo que o Hospital João Paulo II, é o pior Hospital do Brasil, pois visitei todos os estados da federação e não me deparei com uma situação tão critica e um tratamento sub-humano a população.
10 de novembro de 2011
CFM vai denunciar saúde de Rondônia a organismos dos direitos humanos
Os comentários do presidente do CFM foram feitos a jornalistas, ocasião em que também se pronunciaram sobre o assunto outras autoridades da área de saúde, como a presidente do Conselho Regional de Medicina – Cremero, Maria do Carmo Wanssa, que admitiu ter ficado deprimida com a situação encontrada no hospital em que trabalhou durante 12 anos. “Os pacientes não estão sendo tratados como gente, não há, sequer, condições de higiene diante do amontoado de pessoas sobre e sob as macas distribuídas nos ambientes e corredores, o mau cheiro é contagiante, um paciente estava morto entre os demais por mais de três horas porque não havia quem o transportasse até o necrotério.
Fonte: Assessoria de Imprensa Cremero
Manifesto minha indignação, as entidades médicas não podem continuar caladas diante desta situação degradante a que estão submetidos os pacientes do serviço público do nosso Estado, “O que queremos são soluções”.
Lamento que a situação tenha chegado a este ponto, na visita que fiz ao estado do Acre, o governador Tião Viana deixou todos os compromissos para acompanhar a comitiva. Em Rondônia, , houve total desinteresse do Executivo em relação ao convite do conselho em participar desta reunião para debater e discutir soluções em curto prazo em busca da melhoria da situação dos atendimentos de saúde dos rondonienses.
Apesar do quadro, o conselheiro do CFM considera um precedente perigoso a interdição ética, uma vez que o prejuízo ainda seria maior à população já tão sofrida. Queremos ser a voz da população exigindo as condições dignas de atendimento e contamos com a imprensa para ecoar nossa indignação e exigir dos gestores de saúde soluções urgente.
SAÚDE EM RONDÔNIA
Manifesto minha indignação, as entidades médicas não podem continuar caladas diante desta situação degradante a que estão submetidos os pacientes do serviço público do nosso Estado, “O que queremos são soluções”.
Lamento que a situação tenha chegado a este ponto, na visita que fiz ao estado do Acre, o governador Tião Viana deixou todos os compromissos para acompanhar a comitiva. Em Rondônia, , houve total desinteresse do Executivo em relação ao convite do conselho em participar desta reunião para debater e discutir soluções em curto prazo em busca da melhoria da situação dos atendimentos de saúde dos rondonienses.
Apesar do quadro, considero um precedente perigoso a interdição ética, uma vez que o prejuízo ainda seria maior à população já tão sofrida. Queremos ser a voz da população exigindo as condições dignas de atendimento e contamos com a imprensa para ecoar nossa indignação e exigir dos gestores de saúde soluções urgente.
Saúde pública de Rondônia está pior do que estava em fevereiro

“Muitas vezes usam-se as OS’s como subterfúgio para o governo não se submeter mais a fiscalização e acaba-se com as licitações e concursos públicos, ou seja, pode ser prejudicial”.
Na tarde da última terça-feira (08) a diretoria executiva do Conselho Federal de Medicina (CFM), acompanhada de representantes das entidades médicas locais, fez visita aos hospitais Doutor Ary Pinheiro (Hospital de Base) e pronto socorro João Paulo II, em Porto Velho, para avaliar as condições da assistência pública em Saúde no Estado. “Em fevereiro visitamos esses mesmos hospitais e, infelizmente, a situação piorou”, avaliou o presidente do CFM, Roberto Luiz D’Ávila, ao fim da visita.
Segundo ele, não houve mudança concreta, “muito embora o diretor do Hospital de Base tenha dito que fez investimentos na parte física e que terá atendimento em parceria com Hospital do Câncer de Barretos”. “Não vimos esses investimentos, o que vimos foi o mesmo caos que havia em fevereiro, aliás, pior”, ressaltou D’Ávila.
O vice-presidente do CFM, Carlos Vital, também mostrou decepção ante o quadro classificado por ele como “desumano” encontrado, principalmente, no João Paulo II. “Permanece a situação, eu diria, inaceitável em termos de assistência à Saúde Pública. Há carência, não só de recursos humanos, mas de espaço físico e de materiais. Em síntese, não há como se compreender um atendimento de emergência naquelas circunstâncias. Permanece o status quo de incapacidade de atendimento de emergência”.
A vinda da executiva do CFM a Rondônia foi em atenção à solicitação do Conselho Regional de Medicina (Cremero). A expectativa, segundo informou a presidente da autarquia, Maria do Carmo Demasi Wanssa, é de que o Governo reabra o diálogo com as entidades médicas em busca de uma solução prática para o problema da saúde. “A solução passa por um processo de determinação política”, acentua.
In loco
O presidente do CFM disse que tinha ouvido falar sobre o estado de guerra em que se encontra o hospital e pronto socorro João Paulo II, “mas nunca imaginei que estivesse tão ruim”.
Além do odor de fezes, que se junta ao de urina e secreções, havia, no momento da visita dos médicos, um paciente morto ao lado dos doentes. “Cobriram o morto com lençol quando passamos. É um ambiente realmente de guerra, não se pode avaliar de outra maneira a total insensibilidade do poder público em permitir que as pessoas sejam tratadas daquela forma”.
“E outra questão é: como esse povo consegue aceitar essa situação? Em outro lugar, com sentimento maior de cidadania, já teriam sido feitos manifestos de revolta. Mais uma reflexão é: como o Ministério Público, que dever de defender a sociedade, tem sido silente, quieto, calado ante esse caos? Existem muitas palavras, muitas promessas, mas nada de concreto é feito. O João Paulo II é um dos piores lugares que já visitei”, finalizou Roberto D’Ávila.
OS's A questão das Organizações Sociais (OS’s), segundo Roberto D’Ávila, é um grande risco para o cidadão, porque, pode haver melhora, mas vai depender muito de qual OS vai assumir a Saúde. “Muitas vezes usam-se as OS’s como subterfúgio para o governo não se submeter mais a fiscalização e acaba-se com as licitações e concursos públicos, ou seja, pode ser prejudicial”.